Para o Todos Pela Educação, o formato do Programa Nacional de Escolas Cívico-Militares – instituído no governo Bolsonaro – era uma modelo pedagógico equivocado e excludente.
O modelo militarizado de escolas deveria ser restrito às escolas das Forças Armadas, para jovens que desejam esse tipo de formação e carreira, com militares que tiveram formação no campo educacional. Além disso, a construção do programa também demonstrava uma visão distorcida das prioridades na Educação pública brasileira, com desvio de foco, de tempo e de recursos públicos.
Portanto, a atual gestão do Ministério da Educação acerta ao indicar o encerramento do programa, respeitando a autonomia dos estados e considerando que essas escolas estão atualmente funcionando, com alunos que não podem ser prejudicados.
A Educação tem desafios estruturantes maiores que precisam ser priorizados pela atual gestão, como o ajustes que visam corrigir a implementação do Novo Ensino Médio, ampliação ao Ensino em Tempo Integral, combate à evasão escolar e às desigualdades, de modo a garantir aprendizado de maneira equânime e verdadeira para todos.
Todos Pela Educação

![Imagem com fundo em degradê azul escuro e roxo. À esquerda, aparece o texto “[DIÁLOGOS] COM TODOS” em letras maiúsculas claras, com a palavra “DIÁLOGOS” destacada entre colchetes em vermelho. À direita, há o retrato de Gabriela Lotta, uma mulher sorridente, de cabelo curto e escuro, usando blusa roxa e um colar prateado de formato curvo. Ela está posicionada de frente, levemente inclinada para a câmera.](https://todospelaeducacao.org.br/wordpress/wp-content/uploads/2026/02/dialogos-com-todos-com-gabriela-lotta-768x432.jpg)
